sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Amor Platônico e anéis de compromisso

Ontem, eu estava esperando o ônibus e reparei nos anéis de compromisso de algumas garotas e estava reparando na espessura do mesmo. e fiquei pensando na dimensão erótica do amor no banquete, diálogo escrito por Platão no século IV a.c.
A bem da verdade é um racíocinio bobo, associar o anel a posse. por que a bem da verdade como o titulo do post sugere, o anel é a viva expressão do compromisso firmado. Então fica a pergunta: aonde aparece a idéia de posse nisto tudo? eu respondo: é simples na espessura do acessório. eu vi mais anéis "grossos" ou "largos" que anéis fininhos e discretos, vontade de externalizar o compromisso com o tamanho do anel ou de enfatizar o quanto aquela pessoa lhe pertence?

eis a questão! já que o nosso inconsciente esconde muitos segredos e o amor gostando ou não é sempre posse de outrem gostando ou não disso, pois'e fruto da cultura humana e não dos instintos de sobrevivência e de conservação da espécie.

E então? quem ficou com o anel do enio???

3 comentários:

Kel disse...

Nhé, nunca gostei dessa coisa de anel de compromisso... A mim sempre pareceu mais um sinal de Não-olha-que-tem-dono do que um sinal de afeto...

Podemos demonstrar sentimentos sem uma roda de metal no dedo.

Bárbara (Akyra) disse...

Minha aliança é grandona!! XD

tatiane disse...

eu acho q se a pessoa gostar q mal ha? porem eu ñ usaria uma roda de caminhão não e vc?